Ananás, Bolos

>Bolo de ananás

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Este é um bolo fácil e rápido
1 lata de ananás
200gr de açúcar
150gr de farinha
6 ovos
margarina e caramelo para untar a forma.


Primeiro faz-se o caramelo para cobrir o fundo da forma e colocam-se as rodelas do ananás a gosto.
Depois bate-se com a batedeira os ovos inteiros com o açúcar até dobrar o volume, mais ou menos durante 10 min.
Envolve-se em seguida a farinha manualmente e verte-se a massa em cima do ananás e vai ao forno, coze rápido,meia hora a 180º mais ou menos dependendo do forno.
Retira-se e antes de desenformar e se gostarem pica-se o bolo e rega-se com a calda do ananás.
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Compotas doces e geleias, Marmelada, Marmelo

>Marmelada

>Este ano na minha quintinha biológica tive marmelos (biológicos, como se vê pelo aspecto dos ditos cujos) e decidi por em práctica os ensinamentos da minha mãe para fazer uma bela marmelada
Então á moda da minha mãe, primeiro cozem-se os marmelos com casca e tudo



Deixam-se arrefecer, descascam-se e cortam-se aos pedacinhos, depois é só passar pelo passe-vite e juntar este puré a uma boa calda de açúcar que se fez enquanto os marmelos arrefeciam.


Leva-se novamente ao lume e deixa-se ferver mais um bocadinho tudo junto, se ferver muito tempo fica mais dura mais depressa, no dia a seguir já dá fatia, se ferver menos tempo fica para barrar.
 Este foi o resultado, quando se junta por cada kilo de puré de marmelo 800gr de açúcar e água só q.b para cobrir o açúcar e fazer ponto.

Não me perguntem que tipo de ponto!!!, é aquele em que quando mergulhamos a colher de pau e a levantamos ela deixa cair uma gota mais espessa e que faz um fiozinho ao cair.

Bolos

>Bolo de maçã e iogurte

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Um bolo facil e sai sempre bem, bom para gastar muitas maçãs

4 ovos
2 iogurtes naturais
10 colheres de sopa de açúcar
8 colheres de sopa de farinha
+/- 20gr de manteiga
3 ou 4 maçãs medias ou grandes

Bater ligeiramente á mão os ovos com o açúcar e juntar os iogurtes e a farinha batendo mais um bocadito.
No fim juntar a manteiga derretida e as maçãs descascadas e fatiadas fininhas e envolver tudo.
Despejar o preparado numa forma untada e polvilhada com farinha.
Levar ao forno a cozer a 200º durante 30 a 40 min.
É um bolo que não cresce muito e fica tipo enqueijado, as maçãs sobem enquanto coze, por isso fica mais bonito se depois de desenformar o virarmos.
Eu costumo fazer numa forma sem buraco, esta vez fiz numa com buraco porque não o fiz na minha casa e não tinha outra.

Viagens- Cruzeiro ilhas gregas

>Veneza

>Ultimo porto a belissima e romantica veneza, para mim já não era desconhecida, mas sabe sempre bem voltar aos sitios que gostamos e onde fomos felizes.

Sobre Veneza quase tudo já foi dito. Para os românticos, é um local único. Poetas cantaram a beleza do pôr-do-sol no Grande Canal, onde as águas do Adriático surgem como um espelho cujos reflexos caleidoscópicos cintilam na alvura dos palácios renascentistas. Outros vibram com a bruma mística que se costuma abater sobre a cidade, envolvendo-a sob um manto de mistério que serve de cenário ao mais famoso carnaval da Europa e onde os encapuzados vagueiam pelas ruas labirínticas entrecortadas pelas inúmeras pontes que surgem em cada esquina.


Para os mais racionalistas, Veneza pode ser apenas uma cidade que nasceu e cresceu no meio da laguna. Uma cidade formada por 117 ilhas; 150 canais e 400 pontes. Pode parecer redutor para a cidade que os venezianos construíram sobre o fundo lodoso e embelezaram graças às riquezas acumuladas de uma profícua actividade comercial que remonta aos tempos da Idade Média, mas também não deixa de ser uma definição.

Fragmento de artigo da Rotas e destinos

Como já tinhamos estado aproveitámos para rever algo, e para visitar o Palácio Ducal, que da primeira vez não tinha tido oportunidade, e de resto passear pelas ruas, espreitar pelos canais, comer um geladinho e beber umas cervejas na praça de S. Marcos, porque para a despedida vale tudo.

Para terminar em beleza o cruzeiro nada como madrugar bastante para ver o amanhecer na grande lagoa e a entrada triunfante do navio no grande canal.

A aproximação da praça de S.marcos
Os canais vistos do navio
Igrejas e mais igrejas…
E depois de o navio atracar e fazer o check out processo um pouco demorado para turistas impacientes para ir á descoberta, lá saimos é procura de um vaporeto que nos levasse directo a S. Marcos e lá estamos nós a atracar bem ao lado das milhentas gondolas já a postos para zarpar com outros tantos turistas

Lá entramos na praça e aquela que tinhamos visto vazia quando passamos de navio estava agora cheia!!!turistas aos milhões!!!

A ponte dos suspiros

O campanille

O relógio da praça
E a catedral

Depois de dar uma voltinha pela pracinha, metemo-nos pelas ruinhas pequeninas

E a turistada!!! não há pachorra!!!….. mas….. nós também lá andavamos!!!
E para que o turista não venha sem uma lembrancinha, há para todos os gostos
Mas há muito mais sem serem máscaras, um verdadeiro atentado ao consumismo!! até fazem embalagens próprias anti quebra para trazer peças grandes no avião…
Depois de palmilhar muito pelas ruinhas e comprar algo da praxe, lá fomos visitar o  palácio ducal, para o qual já tinhamos reserva de bilhete, porque as filas lá são a doer!!
uma  para comprar bilhete nem sei já para quê!!!
Um pouco interior ainda que seja estritamente proibido fotografar com flash e sem ele!! 
De dentro da ponte dos suspiros  
As celas dos presos que passavam a suspirar na a ponte
Já no pátio
Para a sossega e antes de dizer adeus havia que tomar algo na famosa praça, com as suas explanadas maravilhosas com orquestra e tudo.
As cervejas são grandes hem…
Menos mal que combinam com os preços…
Bem e é hora de voltar ao navio, porque há que recolher as malas para apanhar o avião de volta e lá fomos outra vez de vaporetti até ao porto absorvendo tudo que nos passava em volta, palácios, pontes, explanadas….
E para casa, mas não foi neste..
Viagens- Cruzeiro ilhas gregas

>Dubrovnik pérola do adriático

>Depois de estar sob a protecção do Império Bizantino, passar às mãos da República de Veneza (1205-1358) e de pelo tratado de Zadar, de 1358, se ter tornado território da coroa da Hungria.

Em 1806, as forças de Napoleão conquistaram Dubrovnik. Em 1808, os franceses aboliram a República de Dubrovnik e integraram o seu território às Províncias Ilírias da França (Provinces Illyriennes em francês).


Em 1815, por decisão do Congresso de Viena, Dubrovnik foi atribuída à Áustria (a partir de 1867, Áustria-Hungria) e permaneceu no Reino da Dalmácia até 1918, com o nome oficial de Ragusa. Com o fim da Primeira Guerra Mundial, passou a integrar o Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos (a partir de 1929, Reino da Jugoslávia). Ao começar a Segunda Guerra Mundial, Dubrovnik fazia parte do Estado Independente da Croácia. De abril de 1941 até Setembro de 1943, a cidade foi ocupada pelo exército italiano e em seguida pelos alemães. Em Outubro de 1944, o movimento de resistência jugoslavo libertou-a da ocupação alemã e Dubrovnik passou a integrar a segunda Jugoslávia a partir de 1945.


Em seguida à independência da Croácia em 1991, o exército federal jugoslavo bombardeou a cidade antiga em 6 de Dezembro de 1991. O restante da cidade teve menos sorte no cerco, que durou de Outubro de 1991 a Maio de 1992.
Com o fim da guerra, teve início um grande projecto de reconstrução dirigido pelo governo croata e pela UNESCO, segundo técnicas e materiais tradicionais. Um dos maiores problemas enfrentados durante a reconstrução foi substituir as famosas telhas de terracota rosadas dos edifícios da cidade antiga danificados no bombardeio. Buscou-se, ademais, reforçar as estruturas antigas contra terramotos.

Em 2005, o trabalho de restauração já estava basicamente concluído. A cidade é considerada património da humanidade pela UNESCO

E assim Saímos da Grécia, quase no fim do nosso cruzeiro, uma escala na Croácia e daquilo que tinha lido antes de ir, parecia-me um dos pontos altos da viagem.
Mais uma vez decidimos não alinhar nas excursões do barco, porque o tempo de escala pareceu-nos suficiente para dar um bom passeio por nossa conta aproveitando muito melhor a cidade.

Assim estudei os roteiros e o porto onde o navio iria atracar e a melhor e mais baratinha opção seria mesmo ir de autocarro que tem uma paragem mesmo em frente ao porto.

E o autocarro deixou-nos mesmo á entrada da cidade antiga, pela porta de Pile e olha quem chegou ao mesmo tempo de nós….

E sob um sol abrasador, e uma temperatura que deveria rondar os 40º lá fomos nós á descoberta desta cidade
A cidade antiga é dividida ao meio pela Placa, 
Igreja barroca de S. Blas
o Palácio Sponza (século XVI) e a Torre do Relógio (século XV),

As marcas deixadas pelas guerras recentes, visiveis em muitas paredes

Cafés, restaurantes e belissimas explanadas para repousar um pouco e comer algo. 
Para turista vêr 

Percorrendo a grande muralha de 1940 metros com uma temperatura que deveria rondar os 40º

Um esforço que os nossos amigos não quiseram fazer e ficaram-se por uma explanada daquelas que dá acesso directo para a água.
A água limpissima e com uma temperatura maravilhosa não foi suficiente para nos fazer demover da nossa intenção de dar a volta toda, mesmo á torreira, porque o que imaginavamos que se poderia ver lá do alto pareceu-nos que valeria a pena e não nos enganámos.
E por cima dos telhados com vista para a cidade fora das muralhas
O velho porto, onde os navios já não cabem

E mais uma despedida de um porto neste caso o ultimo que fizemos do barco, porque o próximo destino será o ultimo.
Houve muitos locais que visitei neste cruzeiro que gostei bastante,mas nenhum me encantou tanto como este, as muralhas fortes e bem conservadas, a arquitectura medieval, renascentista e barroca, a paisagem do Adriático e os cafés e restaurantes com as suas explanadas fazem de Dubrovnik um destino turístico encantador.

Viagens- Cruzeiro ilhas gregas

>Corfu

>Esta era uma ilha que não me dizia muito daquilo que tinha lido não esperava muito e pela cidade confirmou-se que pouco tem para dizer, a cidade em si, porque a ilha não posso comentar porque não conheci.

Corfu é uma ilha do mar Jónico e a segunda ilha mais povoada da grécia. Está situada na costa da Albânia, de que é separada por estreitos variando em comprimento de 3 a 23 km, incluindo um perto de Butrint e outro perto de Tesprotia.É uma ilha em que a paisagem já difere da maioria das outras, porque já é mais verde ao contrário das outras que visitamos e avistámos completamente despidas.A capital é Corfu (ou Kerkyra em grego), a principal cidade da ilha.

O nosso esforço também não foi muito para descobrir algo interessante porque o dia anterior em Atenas tinha sido muito cansativo e o cansaço começava já a dar os primeiros sinais e optamos por ficar deambulando pelas ruas, e o que encontrámos

Ruas com bastante comércio e casas pouco bonitas 
Uma imagem bem á portuguesa, para secar a roupita nada como um bom estendal e se for numa rua bem comercial e de grande passagem de turistas melhor ainda.
 Como a primeira impressão da cidade não foi a melhor e depois de atravessar para o outro lado nos encontramos com esta marginal bem mais bonita.
Achamos que o melhor mesmo para aproveitar o tempo seria dar um belo mergulho bem na marginal e esperar que não fosse proibido, porque a águinha estava uma delicia de quentinha e limpinha
 Para  acabar em beleza nada como  beber um café com gelado que estávamos fartos de ver por todo lado.
Numa explanadinha com umas vistas muito relaxantes.
No regresso passamos por outra zona um pouco mais agradável, mas bem cheia de turistas nas compras.
Mais joalherias uma verdadeira perdição para as senhoras.
O café liston
O licor típico desta ilha, Licor de Kumquart
Não gostei particularmente do que vi da cidade e parece-me que mesmo as fotografias mostram isso, por isso há que zarpar para outras bandas
Viagens- Cruzeiro ilhas gregas

>Atenas

>E vamos na quinta escala deste cruzeiro, uma cidade enorme e com muitas coisas para vêr, por isso há que fazer planos e estudar muito bem tudo que se quer visitar, para conseguir cumprir o plano, museus nestes casos estão fora de questão a não ser que seja um museu pequeno ou de grande importância, para se conseguir ficar com uma ideia da cidade.

Atenas é a capital da Grécia e também a capital da Ática. Além de ser uma cidade moderna, Atenas também é famosa por ter sido poderosa Cidade-Estado e um centro de cultura muito importante nos tempos antigos. Em grego antigo, Atenas era chamada (Athíne), em homenagem à deusa grega Atena.
Atenas cresceu rapidamente nos últimos anos e vem sofrendo problemas urbanos, como superpopulação (tem um terço da população da Grécia), congestionamentos e poluição do ar.

Depois de muito poucas horas de sono, saímos do barco no porto do Pireu.
Conscientes que esta seria a escala mais dificil, por Atenas ser uma cidade muito grande e por causa do porto ficar muito longe da cidade, mas como tinhamos a opção do metro mais ou menos perto foi por essa que optamos e o perto foram 20 minutos a andar, mas tudo bem em espirito de viajante já vamos mirando por aqui e por ali.

Apanhamos a linha 1 e saímos na estação de Monastiraki, mais ou menos á sorte porque linguagem cristã nem ve-la depois de sair do pireu, tudo em “hieroglifos” que me desculpem os egipcios.

 e lá seguimos o mapa em direcção à acrópole, debaixo de um sol abrasador, foi uma subida um bocadito cansativa, mas já vamos vendo para além de casas velhas (não antigas) e grafitis uns bocaditos de destroços, quer dizer… antiguidades por aqui e por ali,

 
mas eis que já se vislumbra qualquer coisa
depois de comprar o bilhete que incluía tudo embora o museu da acrópole estivesse fechado lá fomos subindo pela zona protegida das ruínas que mais parece um estaleiro.

Passamos pelo teatro de Dyonisos,

pelo Odeum of herodes e se a memória não me atraiçoa é este que está preparado para espectáculos.

E lá iniciamos a derradeira subida passando pelo propileu, o templo de Atena Nike (deusa da Vitória)

E é então depois de passar estes templos que nos aparece o famoso partenon imponente, mas com demasiados andaimes, gente pendurada e barulho.

E do lado esquerdo o erecteu o templo que tem as famosas Cariátides, …tem não!!!!….tinha porque as verdadeiras estão umas no museu da Acrópole e outras que foram “roubadas” estão em Londres.

Desta zona temos uma vista soberba de 360º para a cidade.

Depois da acrópole vista, descemos para o Agora e visitamos o museu, pequeno e mas com uma colecção razoável.

Quem não se lembra destes vazinhos nos manuais de história…

Deixando o museu, e porque a fome e a sede já aperta, descemos até, ao famosos bairro da Plaka, um bairro típico, aproveitando para espreitar por aqui e por acoli no caminho.

e para descansar numa explanadinha muito agradável

daí fomos para a Praça Sintagma centro económico e de comércio da cidade, onde encontramos o parlamento,

e o tumulo do soldado desconhecido guardado por Evzónes, soldados que envergam o traje tradicional e que a cada hora “dançam” para turista vêr.

uma mirada pelos jardins nacionais ao lado do parlamento

o estádio Olímpico ficará para uma próxima visita, porque a policia não permitiu a entrada não sei porquê, devia haver qualquer cerimónia lá.

Atenas não me seduziu, pareceu-me uma cidade cinzentona e as ruinas históricas não me dizem muito, não tenho muita sensibilidade para as apreciar, acredito que para os amantes da história seja um paraiso, a julgar pelo monte de gente que se via a trabalhar na zona da acropole.

Por isso uma despedida que não deixou aquela vontade de regressar