Viagens- Cruzeiro ilhas gregas

>Istambul a ponte entre dois continentes

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A visita desta cidade fez parte do cruzeiro que fiz pelas ilhas gregas, uma viagem muito sonhada e desejada em Julho de 2007.
Com a multiplicidade de oferta no mercado tive que fazer uma pesquisa muito demorada, para escolher o roteiro ideal e levei dois anos para conseguir escolher e reservar em tempo útil, porque normalmente esgotam sempre muito cedo.
O meu primeiro interesse era o roteiro propriamente, não o barco, ainda que muitas pessoas escolham um cruzeiro com base na companhia e no barco, para mim desde que o dito cujo não tenho um ar de que se vai afundar na primeira onda e que tenha um ar limpinho para mim está bem.
Como o roteiro foi longo e as cidades e Ilhas visitadas foram muitas e importantes vou deixar o roteiro por partes uma em cada dia.
Então o local onde o barco esperou por nós para esta aventura foi Istambul

Depois de aterrar no aeroporto de SAW no lado asiático da cidade de Istambul, a meia hora de autocarro do porto, tivemos a oportunidade de apreciar o lado asiático da cidade a caminho do navio, uma cidade que me pareceu moderna e desenvolvida, depois de passar a ponte que une os dois continentes lá fomos para o Grand Voyager o navio que nos levaria  rumo ao tão desejado cruzeiro.


Istambul a cidade conhecida por Bizâncio, nome devido ao seu fundador, tornou-se depois Constantinopla, a cidade do imperador Constantino o grande, viria a adquirir este nome após a conquista da cidade pelos otomanos


É a maior cidade da Turquia e única no mundo situada em dois continentes, no estreito do Bósforo, que separa a Europa da Ásia.


No lado europeu temos a península histórica a sul do corno de ouro e o distrito da gálata a norte (centro de negócios e comércio) e a cidade nova no lado asiático (essencialmente residencial) 
Só em 1923, após a queda da monarquia e a fundação da República da Turquia, a capital passou para a cidade de Ankara, na Anatólia, e Istambul se tornou o nome oficial em 1930, sendo ainda um importante centro politico e comercial é também uma das mais populosas da Europa com cerca de 14,3 milhões de habitantes.


As primeiras impressões da cidade vista do barco, porque chegámos já de noite, uma lua cheia para nos receber em grande estilo.

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A ponte que liga os dois continentes toda iluminada

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Segundo dia logo que tivemos ordem para poder sair do navio lá fomos nós á descoberta da cidade e pé e sozinhos porque não somos muito de ir nas excursões organizadas pelos navios, caríssimas e limitadas.

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Atravessando a ponte galata em direcção ás grandes mesquitas
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Santa sofia já no horizonte
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Jardins do palácio Topkaki
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Santa sofia
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O interior com as pinturas bastante danificados embora esteja em restauração
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O sitio para lavar os pés.
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A mesquita azul
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Santa sofia em frente
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O interior da mesquita azul com os azulejos que lhe dão o nome
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Mais lava pés, é pena que só os turcos os utilizem, porque isso evitaria um certo perfume no ar, dos turistas cansados de tanto caminhar e que também são obrigados a entrar descalços, só não fazem a dita parte do ritual
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No exterior
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Não cheguei a saber que liquido o senhor vendia!!
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Um obelisco egipcio no centro do hipódromo

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A cisterna yerebatan, utilizadas para armazenar água para a cidade.

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Depois da visista cultural possível para um dia até ás 16h30, avançamos para o Grand bazar, onde se vende tudo que possamos imaginar….

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Depois deste descemos a pé até ao bazar egipcio ou das especiarias, percorrendo uma zona de comercio tipicamente para locais, onde se vê um pouco de tudo…

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E finalmente o bazar egípcio

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Um paraíso para as grandes cozinheiras

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E para os grandes gulosos

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Regressados ao barco é hora de zarpar para outro porto, mas antes vêr a despedida emocionante deste, da coberta do navio, uma vista deslumbrante sobre istambul.

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Mas antes de dormir porque num cruzeiro os dias são longos, há que ir rápidamente ao camarote buscar o “Chaleco” salvavidas, porque havia o simulacro de emergencia que ao contrário dos aviões aqui temos mesmo que vestir e ir para onde nos mandam.

Aqui conto uma peripécia que me aconteceu, como não queria perder pitada resolvi mandar o “escravo”(marido entenda-se) buscar o chaleco para eu ficar mais um bocadinho na coberta, como toda a gente desapareceu a correr e gerou-se um certo stress de brincadeira, resolvi ir ter com ele ao quarto, qual não foi o meu espanto, não consegui encontrar o dito e aí com a movimentação entrei mesmo em stress, porque ele entretanto não me encontraria onde me tinha deixado e resolvi voltar e foi o melhor que fiz, imagino se fosse a sério…

No fim disto tudo havia que ir a correr tomar banho porque o jantar de gala estava a começar, cocktail com o capitão e ……….

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