Peixe

>Salmão com ananás

>Hoje fui ao peixe e não havia nada que me abrisse o apetite, o unico que estava com boa cara era o salmão, do que não sou grande apreciadora, mas como o meu maridito adora lá comprei com a ideia que tinha visto uma receita para experimentar na cozinhadaanna.

Cheguei a casa fui logo cuscar, mas para um não tinha rebentos de soja, para outros não tinha pauzinhos para espetadas, depois não tinha ananás natural e por aí foi 😦
Mas não desanimei e fiz uns somatórios e umas divisões, porque a ana tem muito por onde escolher e ficou uma delicia 🙂
Duas postas de salmão
Quatro dentes de alho grandinhos
Três rodelas de ananás em calda
Massa Talharim
Queijo ralado
Sal, pimenta
Azeite
Vinagre balsâmico
Como comprei postas em vez de lombos, tive que inventar, tirar a pele ás mesmas e cortei aos cubos, tentei retirar o máximo de espinhas, antes disto já as tinha temperado com um bocadinho de sal, sumo de limão e pimenta moida na hora.

Descasquei e cortei os alhos de modo grosseiro e meti numa frigideira com azeite.

Antes dos alhos ganharem cor, meti os cubos de salmão e fui virando com cuidado até estarem cozinhados, (processo muito rápido).
Entretanto já tinha metido a massa a cozer em água só temperada com sal, de modo a ficar al dente.
Escorri e meti numa taça grande de louça, porque também não tenho wook e tinha na frigideira excesso de azeite.
Por cima coloquei os cubos de salmão e o alho.
Do azeite que sobrou na frigideira, retirei algum, porque era muito e ao restante juntei duas borrifadelas de vinagre balsâmico e deitei por cima do salmão e da massa.
Juntei os pedacinhos de ananás e queijo ralado e envolvi tudo.
Ficou uma verdadeira delicia, com o sabor do alho, o salmão e o doce do ananás 😉
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Peixe

>Tintureira grelhada

>Tenho visto por aí nos blogs amigos, este peixe que para além de não ter ainda provado, nem sequer conhecia.
Vai daí e como não posso ver nada, fui á procura do dito cujo e como dizia a minha mãe tenho mais olhos que barriga comprei logo quatro postas, enormes!!!

Assim grelhado, só temperado com sal, limão e alho em pó, achei um sabor muito intenso, o marido diz que lhe parece carne, a mim não sei se foi de ter lido que é da familia do tubarão estranhei um bocadito!!!

Como se pode vêr o tamanho das postas é descomunal e por isso grelhei só duas, logo tenho mais duas para experimentar de outra maneira!!!

Mesmo assim, o balanço deste assim grelhado é positivo mas com uns seess, vamos vêr o que faço com as outras.

Este foi comido com uma batatinha cozida e com uma couvita lá da quinta!!!ainda estão pequeninas as nossas couves do natal, mas temos que ir comendo ou acabam por se estragar todas.

Peixe, Sopas

>Sopa de peixe

>No fim de semana fui á peixaria e vi lá uma metade de uma cabeça de corvina enorme, olhei para ela e ele riu-se para mim, pareceu-me um bocadito grande demais, mas mandei pesar, tinha mais de um kilo.

Um dos destinos foi sopa de peixe, embora seja uma comida que me lembra o verão, como gosto muito fica sempre bem.

Peixe, que neste caso foi Corvina
Uma cebola grande
Três dentes de alho
Três tomates médios bem madurinhos
e massinha q.b.

Em primeiro lugar cozer o peixe, em água temperada com sal.
Escolher as espinhas e peles e reservar o peixe.A água da cozedura, coa-se por um coador de rede fina, para filtrar possíveis escamas ou espinhas soltas.

Picar a cebola e o alho fininho e meter ao lume com azeite e uma folha de louro a refogar um bocadinho, juntar o tomate sem a pele, partido aos bocadinhos e deixar cozinhar, se for necessário juntar um bocadinho de água de cozer o peixe.

Retiro a folha de louro e trituro este refogado de cebola e tomate.
Em seguida junto a água de cozer o peixe, um bocadinho de massa, neste caso foram cotovelinhos e quando a massa está quase cozida junto o peixe.

Abobora, Tartes

>Tarte de abobora

>A saga das aboboras não tem fim.

Este fim de semana fui jantar a casa de uns amigos e como estão sempre, á espera que eu leve a sobremesa, fiz esta tarte para levar, porque andava com vontade de a fazer para aqui postar, assim aproveitei porque cá em casa já estamos um bocadito pelos cabelos com a abobora e assim divide-se por mais 🙂
É uma receita já bastante antiga cá em casa, faz parte ainda, do meu livrinho de escritos á mão.
Tem a particularidade de ter uma base bastante estranha, mas muito facil de fazer.
Massa:
2 copos de Farinha
3/4 do copo de leite
1/4 do copo de óleo
Recheio:
2 copos de abóbora cozida
1 copo de açúcar amarelo
1 colheres chá de canela
1 colher de café de noz moscada
2 Ovos
1 copo de leite gordo (usei meio gordo)
1 colher sopa margarina (esqueci-me dela e não lhe senti a falta)
Natas para chantily q.b.
Preparação:
Para a massa bate-se o leite com o óleo até ficar espesso.
Mistura-se a farinha com um garfo e faz-se uma bola.
Forra-se uma tarteira com esta massa, a textura fica tipo esponjosa, muito maleável e eu estico-a na propria tarteira com as mãos.
Para o recheio
Para encher dois copos de puré de abobora costumo cozer meio kilo já descascada.
Depois de cozida e muito bem escorrida a abóbora, tritura-se com a varinha ou passe-vite e mistura-se com os restantes ingredientes, eu adicionei-os pela ordem que os escrevi, mas não parece que tenha grande importância
Deita-se na tarteira e vai a cozer em forno bem quente.
Serve-se fresca coberta de chantily.

Desta vez esqueci-me do chantilly de proposito, porque o jantar já ia ser calórico e gordo quanto baste.
Olhares

>Uma vida nova

>

Quem disse que os caminhos que temos que percorrer na vida são fáceis, há uns bem dificeis e espinhosos.

Quando pensamos que temos o mundo na mão, ele escorrega-nos entre os dedos.

Quando pensamos que a lei da vida se cumpre, ela troca-nos as voltas.

Mas por vezes, quando pensamos que não há solução, há umas mãos milagrosas que nos empurram para a frente e nos ajudam a caminhar.

Por isso ás vezes é bom ter fé, acreditar em algo, embora seja dificil, quando se trata de crianças, que não fizeram mal a ninguem e vê-las com problemas tão graves!!!!oncológicos,sujeitas a transplantes!!!!!enfim é a vida!!!!

Nota:O post que tinha escrito anteriormente, foi guardado, porque depois de lêr achei que não tinha o direito de o escrever aqui publicamente, porque não diz respeito a mim.

Por respeito ao Apokalipsus e á Vania que ainda leram e comentaram agradeço a simpatia e peço desculpa por o ter apagado(guardado) escrevi este pequeno texto

Carnes, Legumes, Moussaka

>Moussaka á minha maneira

>Moussaka é uma especialidade gastronómica do Médio Oriente, típico das culinárias grega e turca, entre outras, constituído por carne de carneiro, beringelas, e tomate, sempre condimentado com azeite, cebola e ervas e fortemente temperado com pimenta.

Esta espécie de moussaka, fiz para aproveitar o resto da carne picada que sobrou da bolonhesa e umas beringelas que andavam á tanto tempo no frigorifico, que uma até já estava a lamentar-se e não lhe arranjava destino.
Por isso esta de turca ou grega tem apenas a minha memória de viagem por aquelas terras.

Em primeiro lugar cortei as duas beringelas ás rodelas e meti-as numa taça com água e um bocadinho de sal, para não ficarem negras.
Entretanto e porque a carne já não era muita, resolvi aumentar o recheio, fiz um novo refogado com azeite e
Uma cebola cortada de modo grosseiro;
Um pimento partido aos pedacinhos
Um tomate fresco cortado de modo grosseiro.
uma cenoura ás rodelas finas.
No fim destes legumes estarem já todos ao lume, juntei a carne picada que já estava bem cozinhada e temperada, deixei tudo apurar e ganhar os respectivos sabores. Juntar mais uns pozinhos de perlim-pim-pim, a famosa pimenta e um nadinha de cominhos.
No fim foi só montar os ingredientes.
No fundo de um recipiente para ir ao forno coloquei um bocadinho de Molho bechamel daquele comprado já feito, no total usei mais ou menos 2/3 do pacote de 500ml e algumas rodelas de beringela.
E em cima uma parte do guisado e assim sucessivamente até acabar os ingredientes todos.
Por cima deitei mais molho bechamel e polvilhei com bastante queijo ralado, eu costumo usar uma mistura de queijos para gratinar.
Foi ao forno o tempo suficiente para cozinhar as beringelas e gratinar, mais ou menos 30 min a 200º
O resultado foi bastante saboroso, o molho da carne com o bechamel fez uma ligação espectacular, resultando um molho espesso, parecia quase que tinha levado natas.
Apenas uma notinha a referir, na proxima vez que voltar a fazer, tiro a casca á beringela, porque quando se come, como a beringela é bastante macia e se desfaz, fica desagradável encontrar as rodinhas da casca inteiras.