Atum, Entradas e petiscos, Rissois e pasteis

>Pasteis de atum no forno

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A minha mãe sempre me disse que eu tenho mais olhos que barriga, ou seja não posso ver nada, que quero logo comprar ou fazer para provar, nem que depois não goste, não foi o caso destes pasteis maravilhosos, assim que os vi no blog da Claudia a rirem-se para mim
fiquei logo em pulgas para fazer, só tinha a dúvida se iria encontrar o queijo de que ela fala, porque nunca o tinha visto por cá e sem saber que tipo de queijo é, poderia não sair bem.

Mas afinal foi fácil encontrei logo no sitio do costume, queijo ricota.

A vontade de os fazer foi não só pelo recheio que eu adoro, mas principalmente pela massa, só de queijo e farinha, sem ponta das gorduras habituais neste tipo de massa e também porque me fizeram lembrar um pastelão de atum que costumo comer numa pastelaria da Covilhã sempre que lá vou e que adoro.

A receita dela que eu cumpri á risca, para não falhar nada fiz apenas uma pequena proporção para a farinha, porque a embalagem de queijo de cá tem 250 gr em vez dos 300gr que a receita manda.

1 embalagem de queijo ricota 300gr
250gr de farinha
sal a gosto
Gema de ovo para pincelar.

Primeiro transferi o queijo para uma taça grande e juntei a farinha pouco a pouco, primeiro amassei com uma colher de pau e depois com as mãos, a farinha juntei pouco a pouco, para ter a noção de quando a massa estaria pronta para esticar sem se colar ás mãos, o sal não meti, porque provei em cru e não me pareceu precisar, mas quando se prova depois de cozido sente-se a falta de uma pitadinha, mas o marido disse logo que não lhe faz falta…
O recheio foi mais ou menos á minha maneira.
1 cebola média
2 dentes de alho picadinho
1 lata de atum pequena 120gr
1mão cheia de azeitonas
1 fatia pequena de pimento vermelho
1 cubo de polpa de tomate caseiro
Azeite q.b.
Meio copo de vinho branco

Tudo muito picadinho a refogar no azeite, refresquei com um bocadinho de vinho branco, para não fritar a cebola e porque estava a ficar muito seco.

Depois foi só esticar a massa na pedra enfarinhada e cortar rodinhas com um copo, uma nota é que esta massa estica-se que é uma delicia.
Em cada rodinha meti uma colher de chá do recheio e foi até acabar a massa e o recheio que por acaso acabaram mais ou menos ao mesmo tempo.

Por num tabuleiro forrado de papel vegetal e pincelar com gema de ovo dissolvida num pouco de leite
Cozi em forno pré-aquecido a 200º mais ou menos 20 minutos
Os meus pasteis ficaram pequeninos, tamanho de rissois e deu 24 pasteis, mas isso depende do tamanho do copo que se usa para cortar a massa.
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Entradas e petiscos

>Serão trangénicos?

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Se são transgénicos é o mais provável, mas como são biológicos perdoamos o resto.

Estes tomatinhos têm feito as delicias do meu menino, para não falar de mim, que gosto de tomate de qualquer jeito.
O pequeno sempre que passa pelo frigorifico traz uma mão cheia deles e passa-os pela torneira e lá vai, de um a um come tudo, inteiros sem sal nem nada, eu como-os assim sem ser em salada, mas tenho que os partir e deitar-lhe um bocadinho de sal, ou então juntar algo com sabor forte.

Estas espetadinhas fiz com queijo feta, pensando que seria só para mim, já que dos homens um não aprecia os tomatitos e o outro o sabor forte do queijo, mas afinal todo mundo gostou e tive que repetir a dose.
Bacalhau, Entradas e petiscos

>Pasteis de bacalhau

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Pasteis de bacalhau, haverá coisa mais tipica da culinária portuguesa? entre outras esta é uma das mais tipicas, feito de norte a sul, pode haver variantes no nome, mas em todas as casas numa altura ou noutra há os famosos pasteis.
Pois cá em casa nunca tinha feito, mais uma vez porque não era hábito em casa da minha mãe e quer queiramos quer não somos influenciadas a cozinhar, aquilo a que nos habituámos a comer em casa da mãezinha.
Desta vez resolvi experimentar, porque o marido que ficou em casa sozinho com o menino resolveu fazer bacalhau cozido e batata como se fosse para todos, contando com o menino como se fosse grande e quando cheguei tinha uma grande posta e um monte de batatas de sobra.
Procurei uma receitinha e cheguei á conclusão que a mesma proporção de batata e bacalhau seria o ideal e fiz partindo do peso de bacalhau que tinha.
200gr de bacalhau cozido
200gr de batata cozida
1 ovo
Meia cebola
Salsa a gosto
Passei as batatas pelo passe-vite juntamente com o bacalhau, uma tarefa bem dificil, porque estes já estavam frios e o bacalhau não passa muito bem porque se faz em fios, mas contornei a coisa retirando por cima a massa que não conseguia passar, depois de estar bem moida.
Juntei depois o ovo, a salsa e a cebola muito bem picadinha.
Misturei tudo muito bem com uma colher de pau.
Moldei os pastelinhos com a ajuda de duas colheres de sopa e depois congelei para mais tarde fritar.
E para acompanhar nada melhor que um arrozinho de legumes
Entradas e petiscos, Ovos

>Omelete do marido

>De vez em quando não apetece fazer jantar e muito menos pensar no que fazer o marido lá se disponibiliza e inventa uns petiscos, ou faz algo mais simples, mas que tem sempre o seu toque pessoal, que não sei se é por não me darem trabalho, nem a fazer nem a pensar sabem-me pelos deuses.

Esta omelete foi um desses petiscos, a coisa mais simples mas que com uns ingredientes especiais, faz toda a diferença.

Ovos quanto baste
Chouriça e salpicão caseiro, que a minha sogra ainda faz.
Uma fatia de queijo só para enganar o sabor.
Umas rodelinhas de cebola, cortadas á maneira do cozinheiro.
Umas folhinhas de salsa picada.
Azeite.

Primeiro cortar os enchidos e a cebola e levar tudo a alourar um bocadinho no azeite.

Juntar os ovos batidos, o queijo e a salsa, envolver bem tudo e deixar cozinhar.

Enrolar ou dobrar a minha unica intervenção no processo e já está um petisco,

que dizem as más linguas é um sacrilégio acompanhar com chá, mas a mim é assim que me sabe bem.

Entradas e petiscos

>Cogumelos recheados

>Nunca tinha comprado cogumelos destes portobelo e resolvi experimentar, comprei-os para fazer de entrada para um jantar, mas como a amiga que era suposto vir jantar afinal não poude, não se podiam deixar estragar, porque são caritos, vai daí em vez de entrada serviram mesmo como prato principal.

1 embalagem de cogumelos portobelo frescos
1 cebola pequena
3 dentes de alho
2 colheres de sopa de chourição picado
2 colheres de sopa de fiambre picado
Queijo ralado q.b.
Azeite q.b.

Primeiro retirar os pés dos cogumelos e tirar a pele aos pés e chapéus, passá-los por água e escorrer.

Picar  a cebola e os dentes de alho e levar ao lume com um pouco de azeite a dourar sem queimar.

Juntar o chourição, o fiambre e os pés dos cogumelos picadinhos  e deixar mais um bocadinho a estufar, juntar um pouquinho de água se for necessário.

Depois é só encher os chapéuzinhos dos cogumelos.
Polvilhar com queijo ralado a gosto e oregãos.

Levar ao forno bem quente a 250º durante 10 minutos, regado com um fio de azeite.

Eu desliguei o forno e deixei mais uns 5 minutos lá dentro.

Acompanhado de um arroz de ervilhas soube pelos deuses.

Entradas e petiscos

>Ameixinhas – Dia preto

>Para mais um dia do arco-iris da amiga Mary do blog Deliciasetalentos as ideias até foram algumas, da azeitona ao feijão preto, passando pelas ameixas e pensando até no chocolate, tudo foi pensado no inicio, só que com o passar do tempo tudo se desvaneceu porque o tempo mental disponível foi muito pouco e foi-se instalando uma branca na memória.

Então e á ultima hora, á boa portuguesa sairam

umas ameixinhas pretas
recheadas com nozes
e queijo roquefort ou outro parente bolorento.

O segredo nenhum, basta comprar ameixas pretas secas e de preferência já sem caroço, (vendem-se no Lidl)e meter-lhe na barriguinha um quarto de noz e encher o resto com o queijo.

Para petisco ou entrada fica muito bom, mas com um sabor bem forte, bom para apreciadores do queijo e bom para beber com um bom vinho 🙂

Entradas e petiscos, Saladas

>Saladinha de polvo

>Esta é uma salada bem tipica cá por terras lusas, para petisco ou para servir de entrada.

O segredo não é nenhum, simples e fácil de fazer.

1 polvo
1 cebola
2 dentes de alho
umas folhinhas de salsa ou conetros
Oregãos, não sei se costuma levar, eu uso.
Azeite e vinagre

Cozer o polvo e deixar arrefecer.

Cortar o polvo aos bocadinhos e meter numa taça e temperar, com a cebola e o alho picado e com os restantes temperos.

Deixar de preferencia de um dia para o outro para ganhar o sabor do tempero e já está.