Viagens- Cruzeiro ilhas gregas

>Veneza

>Ultimo porto a belissima e romantica veneza, para mim já não era desconhecida, mas sabe sempre bem voltar aos sitios que gostamos e onde fomos felizes.

Sobre Veneza quase tudo já foi dito. Para os românticos, é um local único. Poetas cantaram a beleza do pôr-do-sol no Grande Canal, onde as águas do Adriático surgem como um espelho cujos reflexos caleidoscópicos cintilam na alvura dos palácios renascentistas. Outros vibram com a bruma mística que se costuma abater sobre a cidade, envolvendo-a sob um manto de mistério que serve de cenário ao mais famoso carnaval da Europa e onde os encapuzados vagueiam pelas ruas labirínticas entrecortadas pelas inúmeras pontes que surgem em cada esquina.


Para os mais racionalistas, Veneza pode ser apenas uma cidade que nasceu e cresceu no meio da laguna. Uma cidade formada por 117 ilhas; 150 canais e 400 pontes. Pode parecer redutor para a cidade que os venezianos construíram sobre o fundo lodoso e embelezaram graças às riquezas acumuladas de uma profícua actividade comercial que remonta aos tempos da Idade Média, mas também não deixa de ser uma definição.

Fragmento de artigo da Rotas e destinos

Como já tinhamos estado aproveitámos para rever algo, e para visitar o Palácio Ducal, que da primeira vez não tinha tido oportunidade, e de resto passear pelas ruas, espreitar pelos canais, comer um geladinho e beber umas cervejas na praça de S. Marcos, porque para a despedida vale tudo.

Para terminar em beleza o cruzeiro nada como madrugar bastante para ver o amanhecer na grande lagoa e a entrada triunfante do navio no grande canal.

A aproximação da praça de S.marcos
Os canais vistos do navio
Igrejas e mais igrejas…
E depois de o navio atracar e fazer o check out processo um pouco demorado para turistas impacientes para ir á descoberta, lá saimos é procura de um vaporeto que nos levasse directo a S. Marcos e lá estamos nós a atracar bem ao lado das milhentas gondolas já a postos para zarpar com outros tantos turistas

Lá entramos na praça e aquela que tinhamos visto vazia quando passamos de navio estava agora cheia!!!turistas aos milhões!!!

A ponte dos suspiros

O campanille

O relógio da praça
E a catedral

Depois de dar uma voltinha pela pracinha, metemo-nos pelas ruinhas pequeninas

E a turistada!!! não há pachorra!!!….. mas….. nós também lá andavamos!!!
E para que o turista não venha sem uma lembrancinha, há para todos os gostos
Mas há muito mais sem serem máscaras, um verdadeiro atentado ao consumismo!! até fazem embalagens próprias anti quebra para trazer peças grandes no avião…
Depois de palmilhar muito pelas ruinhas e comprar algo da praxe, lá fomos visitar o  palácio ducal, para o qual já tinhamos reserva de bilhete, porque as filas lá são a doer!!
uma  para comprar bilhete nem sei já para quê!!!
Um pouco interior ainda que seja estritamente proibido fotografar com flash e sem ele!! 
De dentro da ponte dos suspiros  
As celas dos presos que passavam a suspirar na a ponte
Já no pátio
Para a sossega e antes de dizer adeus havia que tomar algo na famosa praça, com as suas explanadas maravilhosas com orquestra e tudo.
As cervejas são grandes hem…
Menos mal que combinam com os preços…
Bem e é hora de voltar ao navio, porque há que recolher as malas para apanhar o avião de volta e lá fomos outra vez de vaporetti até ao porto absorvendo tudo que nos passava em volta, palácios, pontes, explanadas….
E para casa, mas não foi neste..
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>Dubrovnik pérola do adriático

>Depois de estar sob a protecção do Império Bizantino, passar às mãos da República de Veneza (1205-1358) e de pelo tratado de Zadar, de 1358, se ter tornado território da coroa da Hungria.

Em 1806, as forças de Napoleão conquistaram Dubrovnik. Em 1808, os franceses aboliram a República de Dubrovnik e integraram o seu território às Províncias Ilírias da França (Provinces Illyriennes em francês).


Em 1815, por decisão do Congresso de Viena, Dubrovnik foi atribuída à Áustria (a partir de 1867, Áustria-Hungria) e permaneceu no Reino da Dalmácia até 1918, com o nome oficial de Ragusa. Com o fim da Primeira Guerra Mundial, passou a integrar o Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos (a partir de 1929, Reino da Jugoslávia). Ao começar a Segunda Guerra Mundial, Dubrovnik fazia parte do Estado Independente da Croácia. De abril de 1941 até Setembro de 1943, a cidade foi ocupada pelo exército italiano e em seguida pelos alemães. Em Outubro de 1944, o movimento de resistência jugoslavo libertou-a da ocupação alemã e Dubrovnik passou a integrar a segunda Jugoslávia a partir de 1945.


Em seguida à independência da Croácia em 1991, o exército federal jugoslavo bombardeou a cidade antiga em 6 de Dezembro de 1991. O restante da cidade teve menos sorte no cerco, que durou de Outubro de 1991 a Maio de 1992.
Com o fim da guerra, teve início um grande projecto de reconstrução dirigido pelo governo croata e pela UNESCO, segundo técnicas e materiais tradicionais. Um dos maiores problemas enfrentados durante a reconstrução foi substituir as famosas telhas de terracota rosadas dos edifícios da cidade antiga danificados no bombardeio. Buscou-se, ademais, reforçar as estruturas antigas contra terramotos.

Em 2005, o trabalho de restauração já estava basicamente concluído. A cidade é considerada património da humanidade pela UNESCO

E assim Saímos da Grécia, quase no fim do nosso cruzeiro, uma escala na Croácia e daquilo que tinha lido antes de ir, parecia-me um dos pontos altos da viagem.
Mais uma vez decidimos não alinhar nas excursões do barco, porque o tempo de escala pareceu-nos suficiente para dar um bom passeio por nossa conta aproveitando muito melhor a cidade.

Assim estudei os roteiros e o porto onde o navio iria atracar e a melhor e mais baratinha opção seria mesmo ir de autocarro que tem uma paragem mesmo em frente ao porto.

E o autocarro deixou-nos mesmo á entrada da cidade antiga, pela porta de Pile e olha quem chegou ao mesmo tempo de nós….

E sob um sol abrasador, e uma temperatura que deveria rondar os 40º lá fomos nós á descoberta desta cidade
A cidade antiga é dividida ao meio pela Placa, 
Igreja barroca de S. Blas
o Palácio Sponza (século XVI) e a Torre do Relógio (século XV),

As marcas deixadas pelas guerras recentes, visiveis em muitas paredes

Cafés, restaurantes e belissimas explanadas para repousar um pouco e comer algo. 
Para turista vêr 

Percorrendo a grande muralha de 1940 metros com uma temperatura que deveria rondar os 40º

Um esforço que os nossos amigos não quiseram fazer e ficaram-se por uma explanada daquelas que dá acesso directo para a água.
A água limpissima e com uma temperatura maravilhosa não foi suficiente para nos fazer demover da nossa intenção de dar a volta toda, mesmo á torreira, porque o que imaginavamos que se poderia ver lá do alto pareceu-nos que valeria a pena e não nos enganámos.
E por cima dos telhados com vista para a cidade fora das muralhas
O velho porto, onde os navios já não cabem

E mais uma despedida de um porto neste caso o ultimo que fizemos do barco, porque o próximo destino será o ultimo.
Houve muitos locais que visitei neste cruzeiro que gostei bastante,mas nenhum me encantou tanto como este, as muralhas fortes e bem conservadas, a arquitectura medieval, renascentista e barroca, a paisagem do Adriático e os cafés e restaurantes com as suas explanadas fazem de Dubrovnik um destino turístico encantador.

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>Corfu

>Esta era uma ilha que não me dizia muito daquilo que tinha lido não esperava muito e pela cidade confirmou-se que pouco tem para dizer, a cidade em si, porque a ilha não posso comentar porque não conheci.

Corfu é uma ilha do mar Jónico e a segunda ilha mais povoada da grécia. Está situada na costa da Albânia, de que é separada por estreitos variando em comprimento de 3 a 23 km, incluindo um perto de Butrint e outro perto de Tesprotia.É uma ilha em que a paisagem já difere da maioria das outras, porque já é mais verde ao contrário das outras que visitamos e avistámos completamente despidas.A capital é Corfu (ou Kerkyra em grego), a principal cidade da ilha.

O nosso esforço também não foi muito para descobrir algo interessante porque o dia anterior em Atenas tinha sido muito cansativo e o cansaço começava já a dar os primeiros sinais e optamos por ficar deambulando pelas ruas, e o que encontrámos

Ruas com bastante comércio e casas pouco bonitas 
Uma imagem bem á portuguesa, para secar a roupita nada como um bom estendal e se for numa rua bem comercial e de grande passagem de turistas melhor ainda.
 Como a primeira impressão da cidade não foi a melhor e depois de atravessar para o outro lado nos encontramos com esta marginal bem mais bonita.
Achamos que o melhor mesmo para aproveitar o tempo seria dar um belo mergulho bem na marginal e esperar que não fosse proibido, porque a águinha estava uma delicia de quentinha e limpinha
 Para  acabar em beleza nada como  beber um café com gelado que estávamos fartos de ver por todo lado.
Numa explanadinha com umas vistas muito relaxantes.
No regresso passamos por outra zona um pouco mais agradável, mas bem cheia de turistas nas compras.
Mais joalherias uma verdadeira perdição para as senhoras.
O café liston
O licor típico desta ilha, Licor de Kumquart
Não gostei particularmente do que vi da cidade e parece-me que mesmo as fotografias mostram isso, por isso há que zarpar para outras bandas
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>Atenas

>E vamos na quinta escala deste cruzeiro, uma cidade enorme e com muitas coisas para vêr, por isso há que fazer planos e estudar muito bem tudo que se quer visitar, para conseguir cumprir o plano, museus nestes casos estão fora de questão a não ser que seja um museu pequeno ou de grande importância, para se conseguir ficar com uma ideia da cidade.

Atenas é a capital da Grécia e também a capital da Ática. Além de ser uma cidade moderna, Atenas também é famosa por ter sido poderosa Cidade-Estado e um centro de cultura muito importante nos tempos antigos. Em grego antigo, Atenas era chamada (Athíne), em homenagem à deusa grega Atena.
Atenas cresceu rapidamente nos últimos anos e vem sofrendo problemas urbanos, como superpopulação (tem um terço da população da Grécia), congestionamentos e poluição do ar.

Depois de muito poucas horas de sono, saímos do barco no porto do Pireu.
Conscientes que esta seria a escala mais dificil, por Atenas ser uma cidade muito grande e por causa do porto ficar muito longe da cidade, mas como tinhamos a opção do metro mais ou menos perto foi por essa que optamos e o perto foram 20 minutos a andar, mas tudo bem em espirito de viajante já vamos mirando por aqui e por ali.

Apanhamos a linha 1 e saímos na estação de Monastiraki, mais ou menos á sorte porque linguagem cristã nem ve-la depois de sair do pireu, tudo em “hieroglifos” que me desculpem os egipcios.

 e lá seguimos o mapa em direcção à acrópole, debaixo de um sol abrasador, foi uma subida um bocadito cansativa, mas já vamos vendo para além de casas velhas (não antigas) e grafitis uns bocaditos de destroços, quer dizer… antiguidades por aqui e por ali,

 
mas eis que já se vislumbra qualquer coisa
depois de comprar o bilhete que incluía tudo embora o museu da acrópole estivesse fechado lá fomos subindo pela zona protegida das ruínas que mais parece um estaleiro.

Passamos pelo teatro de Dyonisos,

pelo Odeum of herodes e se a memória não me atraiçoa é este que está preparado para espectáculos.

E lá iniciamos a derradeira subida passando pelo propileu, o templo de Atena Nike (deusa da Vitória)

E é então depois de passar estes templos que nos aparece o famoso partenon imponente, mas com demasiados andaimes, gente pendurada e barulho.

E do lado esquerdo o erecteu o templo que tem as famosas Cariátides, …tem não!!!!….tinha porque as verdadeiras estão umas no museu da Acrópole e outras que foram “roubadas” estão em Londres.

Desta zona temos uma vista soberba de 360º para a cidade.

Depois da acrópole vista, descemos para o Agora e visitamos o museu, pequeno e mas com uma colecção razoável.

Quem não se lembra destes vazinhos nos manuais de história…

Deixando o museu, e porque a fome e a sede já aperta, descemos até, ao famosos bairro da Plaka, um bairro típico, aproveitando para espreitar por aqui e por acoli no caminho.

e para descansar numa explanadinha muito agradável

daí fomos para a Praça Sintagma centro económico e de comércio da cidade, onde encontramos o parlamento,

e o tumulo do soldado desconhecido guardado por Evzónes, soldados que envergam o traje tradicional e que a cada hora “dançam” para turista vêr.

uma mirada pelos jardins nacionais ao lado do parlamento

o estádio Olímpico ficará para uma próxima visita, porque a policia não permitiu a entrada não sei porquê, devia haver qualquer cerimónia lá.

Atenas não me seduziu, pareceu-me uma cidade cinzentona e as ruinas históricas não me dizem muito, não tenho muita sensibilidade para as apreciar, acredito que para os amantes da história seja um paraiso, a julgar pelo monte de gente que se via a trabalhar na zona da acropole.

Por isso uma despedida que não deixou aquela vontade de regressar

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>Mykonos

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Esta é a quarta escala do cruzeiro embora no mesmo dia de santorini.
Míkonos é mais uma ilha do arquipélago das Cíclades,
É uma ilha bastante cosmopolita, graças a ter se tornado destino, nas últimas décadas, de visitantes do jet set internacional. Muitas celebridades gregas e internacionais têm residências de verão na ilha, e frequentemente podem ser vistas nas belas casinhas brancas da ilha ou em tavernas locais. As belas praias da ilha também atraem praticantes de windsurf e nudismo.
O coração da cidade bate em redor do velho porto piscatório, com uma marginal ladeada de elegantes explanadas. O labirinto de ruas tinha como função iludir os piratas actualmente com boutiques e estilistas e bares da moda continuam a confundir os turistas.
Depois da visita a Santorini que terminou pelas 13h entre embarcar, almoçar  e dar uma relaxada pelo barco com umas bebidinhas e uma espreitadela à animação da tarde que neste dia teve um sentido prático, ensinar a fazer dobras com os guardanapos e a fazer bichinhos com fruta para fazer uma mesa bonita,

 e lá estávamos nós a atracar em Míkonos pelas 17 horas.

Uma escala muito tranquila, pela proximidade da cidade e por não haver muito para visitar, apenas deambular pelas suas ruas estreitas ou quem sabe dar um mergulho nas suas praias.
Aqui tínhamos um autocarro por nossa conta por 6 euros podíamos ir e voltar à cidade quantas vezes quisessemos, claro que nós apanhámos o primeiro e voltámos só no ultimo, para aproveitar bem o tempo na cidade que era pouco.
As ruas estreitinhas e as varandas coloridas
Uma das milhares de joalharias que se encontram pelas ilhas e Miconos não é excepção.
E esplanadas também não são menos, á sombrinha das buganvilias, porque o calor aperta
 
Os seus famosos moinhos
E a vista do porto
Olha o sol que já está a fugir, há que encontrar uma posição para o ver melhor
Olha o porto já a  mudar de cor
Regressamos mesmo a tempo para a ceia da meia noite e para a abertura do buffet de cerimónia, as coisas que não ensinaram ao povão apareceram depois…
Agora é hora de dormir o pouco tempo que resta da noite e descansar o máximo, porque a próxima escala vai ser dolorosa.
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>Santorini

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Terceira escala do cruzeiro e para mim, um dos motivos que me levou a optar por este cruzeiro, esta ilha no meu imaginário simboliza as ilhas gregas.

Santorini ou Santorino, é uma ilha vulcânica localizada no extremo sul do grupo das Cíclades, no Mar Egeu, a cerca de 200 km a sueste da cidade de Atenas, Com uma área total de aproximadamente 73 km², em 2001 tinha uma população de 13.600 habitantes.
A ilha deve o seu nome a Santa Irene, nome pelo qual os venezianos a denominavam. Era anteriormente conhecida por Kallisti, Strongili ou Thera, nome que ainda hoje ostenta em grego.
Para além da ilha principal, Santorini tem nas suas proximidades diversos ilhéus, formando um grupo quase circular de ilhas, vestígio da grande erupção que despedaçou a ilha. 
Ilha Nea Kameni – Volcano – Ilha de grande interesse científico, assumindo-se como um monumento natural protegido. “Local histórico de beleza natural excepcional”, palavras do Centro Cultural Helénico para descrever não só Nea Kameni, mas também todas as ilhas que formam Santorini. A Palea e a Nea Kameni – grupo central de ilhas – e a área da caldeira foram também nomeadas como monumentos geológicos na lista do “World Heritage”.

Como o dia em Rodes tinha sido mais calmo e para aqui tinhamos reservado excursão com o barco a Athinos, Oia e Fira, pela duração da escala ser muito curta, pudemos descansar mais um bocadito, mas como a saída para a excursão seria muito cedo, partida prevista para as 7h30, aproveitei para ir até à coberta para ver o nascer do dia que dizia no diário de bordo estava previsto para as 6h06 e ás 6h30 lá estava eu na coberta para ver santorini aparecer na penumbra envolto em neblina

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e para além de mim e mais meia dúzia de patos só mesmo os asiáticos que trabalham na sombra para que tudo funcione
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Depois de ir tomar o pequeno almoço, há que reunir na sala Alexander para sermos encaminhados para as lanchas que nos transportariam ao porto de Athinos para apanhar o autocarro que nos levaria numa volta pela ilha até chegar a Oia.

A subida pelas escarpas
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E lá nos despejam no meio da multidão
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E de repente lá começam a aparecer as casinhas (igrejas) com os tectos azuis
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E para terminar Oia visitamos uma das muitas igreja ortodoxa
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E lá fomos rumo a Fira a capital de Santorini
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A catedral ortodoxa de Fira
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Também já aqui chegaram…
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A catedral católica
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E depois para regressar ao barco tínhamos bilhete para descer de teleférico ou de burro, como a fila para o teleférico era enorme decidimos ir a pé pelas escadas, porque eu me recusei a ir de burro….
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Não fui de burro mas fui entre burros, nem sei bem o que foi pior!!!!
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Burros aos milhões a aparecer nas curvas a correr e a encostarem-se ás paredes por causa da sombra e que se desvie quem quiser se tiver por onde e ainda por cima isto
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O perfume não consigo mete-lo cá mas podem crer que é mil vezes pior do que possam imaginar.
E mais uma despedida
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>Rodes

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Segunda escala do cruzeiro a bordo do Grand Voyager.

Rodes é a maior das ilhas do Dodecaneso, situadas no Egeu e que integram o território administrado pela Grécia. Famosa devido ao Colosso de Rodes, estátua considerada uma das sete maravilhas do mundo antigo. A cidade medieval de Rodes, capital da ilha, é Património Histórico da Humanidade. A ilha tem cerca de 1398 km2 e uma população de aproximadamente 82 mil habitantes.

Foram ilhas que ao longo da história sofreram invasões, ocupações e ao mesmo tempo foram ponto de passagem para os cruzados a caminho da terra santa, factos que justifica a sua arqueologia e arquitecturas tão diversificadas quanto a paisagem.

Como o dia em Istambul foi longo e longa é também a distância de Istambul a rodes, uma das mais afastadas  ilhas gregas, tivemos uma manhã de navegação calma e descontraída para explorar o barco e tentar perceber o caminho para restaurantes, bares e entre estes e o quarto que no meu caso era no Deck 3 ou coberta Dyonisos na frente do barco. 
Aproveitando um bocadinho as espreguiçadeiras antes que seja tarde e estejam todas ocupadas que era o mais vulgar

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Vendo ilhas passar
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Coitados dos dos gregos também já estão contaminados
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Aproveitando para beber uns coctails refrescantes na bodeguita del medio
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E para ser caçada para as brincadeiras dos Vikings
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E de repente ei-la que surge Rodes
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Vistas de parte do porto
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Logo que o barco atracou no porto mesmo ao lado da parte antiga da cidade, a medieval, lá fomos nós à descoberta, uma cidade muito bonita e muito bem consevada
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Comercio a grande atracção nestas paragens
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Esponjas naturais muito comuns nestas ilhas 
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Os pilares que se diz ter suportado um dos pés do colosso de Rodes
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Moinhos
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Muralhas
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E no fim de uma boa caminhada a pé nada melhor para refrescar do que uma banhoca numa Prainha de areia grossíssima e que segundo diz no aviso é proibido
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Eu como não queria ir presa e perder o resto da viagem, porque o melhor estava ainda para vir não entrei.
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Mais uma escala cumprida e a descansar que amanhã há mais….